"La donna è mobile" (A mulher é volúvel) é uma aria do terceiro ato da ópera Rigoletto criada por Giuseppe Verdi. A primeira performance dessa aria foi feita em 1851 pelo tenor Raffaele Mirate. Muitos tenores famosos já a interpretaram, porém a versão mais conhecida veio do Tenor Luciano Pavarotti.
"A mulher é volúvel.
Como pluma ao vento,
muda de palavra e de pensamento.
Sempre um amável,
gracioso rosto,
em pranto ou em riso, é mentiroso.
É sempre um infeliz
quem a ela se entrega,
quem lhe confia incautamente o coração!
No entanto, nunca se sente
feliz plenamente
quem naquele seio não saboreia amor!"
Rigoletto é uma ópera em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave. Estreou no teatro La Fenice de Veneza em 11 de março de 1851.
ATO I
Salão do palácio do Duque de Mântua
No palácio do Duque de Mântua acontece um baile. A música preenche o salão. O Duque conversa alegremente sobre suas aventuras e conquistas amorosas com o cortesão Borsa. Fala, em especial, da sua mais recente aventura: há três meses, uma bela jovem é observada por ele. Mas, até aquele momento, a oportunidade que teve de vê-la foi na igreja, ela desconhece quem ele é. O Duque conta que ela mora em uma pequena vila e um homem desconhecido a visita todas as noites. Entre os convidados estão o Conde e a Condessa de Ceprano. O Duque se encanta com a beleza da Condessa e canta sobre seus amores momentâneos. De um lado, o Duque faz reverências à beleza da Condessa, de outro, o Conde, seu marido, é ridicularizado por Rigoletto, que acaba de entrar.
Em seguida entra Marullo, que reúne outros cortesãos para contar um grande segredo: o corcunda Rigoletto, o bobo da corte, tem uma amante!
A gargalhada é geral entre todos os presentes. O Duque e Rigoletto retornam. Na presença de Ceprano, Rigoletto insinua maneiras pelas quais o Duque poderia afastar o Conde e, assim, seduzir sua esposa.
Rigoletto, quando chega a ponto de sugerir que o Conde fosse executado, o irado Ceprano, embravece num impulso de desafiar um duelo. Outros cortesãos demonstram repúdio e desprezo pelo repugnante e debochado Rigoletto. O Duque, nesse momento, mostra-se irritado. De repente, surge Monterone, que acusa energicamente o Duque de ter desonrado sua filha. Rigoletto, em uma atitude desprezível, faz zombaria do infeliz homem, imitando Monterone. Este jura vingança e amaldiçoa Rigoletto pela atitude indigna, ao rir da mágoa de um pai. Rigoletto, nesse momento, se mostra perturbado e com medo. Todos ficam irritados com Monterone, por ter acabado com a festa.
Então. essas redpills de hj não são nem novidade. A cultura popular sempre soube de tudo. Mas a gente finge que não vê as coisas para poder viver meio que na ilusão. Todo mundo sabe que , por exemplo, mulher é interesseira(no sentido de casamento), mas é feio falar do obvio e não adianta muito também falar... os antigos não eram idiotas. Apenas havia arranjos sociais relevantes naquele momento. A própria monogamia é um arranjo social artificial...as pessoas é que passaram a tomar como caminho absoluto e divino... mas acho que a nossa época é onde os homens são mais fracos e manginas da história. Os homens jamais antes se deixaram dominar tanto quanto hj, eu acho...
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"La donna è mobile" (A mulher é volúvel) é uma aria do terceiro ato da ópera Rigoletto criada por Giuseppe Verdi. A primeira performance dessa aria foi feita em 1851 pelo tenor Raffaele Mirate. Muitos tenores famosos já a interpretaram, porém a versão mais conhecida veio do Tenor Luciano Pavarotti.
"A mulher é volúvel.
Como pluma ao vento,
muda de palavra e de pensamento.
Sempre um amável,
gracioso rosto,
em pranto ou em riso, é mentiroso.
É sempre um infeliz
quem a ela se entrega,
quem lhe confia incautamente o coração!
No entanto, nunca se sente
feliz plenamente
quem naquele seio não saboreia amor!"
Rigoletto é uma ópera em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave. Estreou no teatro La Fenice de Veneza em 11 de março de 1851.
ATO I
Salão do palácio do Duque de Mântua
No palácio do Duque de Mântua acontece um baile. A música preenche o salão. O Duque conversa alegremente sobre suas aventuras e conquistas amorosas com o cortesão Borsa. Fala, em especial, da sua mais recente aventura: há três meses, uma bela jovem é observada por ele. Mas, até aquele momento, a oportunidade que teve de vê-la foi na igreja, ela desconhece quem ele é. O Duque conta que ela mora em uma pequena vila e um homem desconhecido a visita todas as noites. Entre os convidados estão o Conde e a Condessa de Ceprano. O Duque se encanta com a beleza da Condessa e canta sobre seus amores momentâneos. De um lado, o Duque faz reverências à beleza da Condessa, de outro, o Conde, seu marido, é ridicularizado por Rigoletto, que acaba de entrar.
Em seguida entra Marullo, que reúne outros cortesãos para contar um grande segredo: o corcunda Rigoletto, o bobo da corte, tem uma amante!
A gargalhada é geral entre todos os presentes. O Duque e Rigoletto retornam. Na presença de Ceprano, Rigoletto insinua maneiras pelas quais o Duque poderia afastar o Conde e, assim, seduzir sua esposa.
Rigoletto, quando chega a ponto de sugerir que o Conde fosse executado, o irado Ceprano, embravece num impulso de desafiar um duelo. Outros cortesãos demonstram repúdio e desprezo pelo repugnante e debochado Rigoletto. O Duque, nesse momento, mostra-se irritado. De repente, surge Monterone, que acusa energicamente o Duque de ter desonrado sua filha. Rigoletto, em uma atitude desprezível, faz zombaria do infeliz homem, imitando Monterone. Este jura vingança e amaldiçoa Rigoletto pela atitude indigna, ao rir da mágoa de um pai. Rigoletto, nesse momento, se mostra perturbado e com medo. Todos ficam irritados com Monterone, por ter acabado com a festa.
Toppzeira
Sempre quis entender esta musica
#melodiaPERFEITAcomREDPILLnaveia
Então. essas redpills de hj não são nem novidade. A cultura popular sempre soube de tudo. Mas a gente finge que não vê as coisas para poder viver meio que na ilusão. Todo mundo sabe que , por exemplo, mulher é interesseira(no sentido de casamento), mas é feio falar do obvio e não adianta muito também falar... os antigos não eram idiotas. Apenas havia arranjos sociais relevantes naquele momento. A própria monogamia é um arranjo social artificial...as pessoas é que passaram a tomar como caminho absoluto e divino...
mas acho que a nossa época é onde os homens são mais fracos e manginas da história. Os homens jamais antes se deixaram dominar tanto quanto hj, eu acho...